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Entregador sofre fratura de fêmur em acidente em Caarapó e aguarda transferência para cirurgia desde sexta
Profissional de delivery está internado no Hospital São Mateus, em Caarapó, e aguarda vaga no Hospital da Vida, em Dourados. Situação tem gerado comoção nas redes sociais.
CaarapoNews/CaarapoNews
Um entregador de fast food de Caarapó, vítima de um acidente de trânsito na noite da última sexta-feira (6), ainda aguarda transferência para realizar cirurgia após sofrer uma fratura no fêmur da perna direita. O acidente ocorreu por volta das 21h30, no cruzamento das ruas Felipe dos Santos e Doutor Coutinho, próximo à entrada do bairro Capitão Vigário.
Desde então, o trabalhador Bruno Barbosa Silva (22 anos) permanece internado no Hospital São Mateus, aguardando a chamada 'vaga zero' para ser encaminhado ao Hospital da Vida, em Dourados, onde deve ser submetido ao procedimento cirúrgico.
A demora na transferência tem gerado indignação de amigos, colegas de trabalho e empresários da cidade. Em publicações nas redes sociais, prestadores de serviço e contratantes relataram frustração com a situação.
'Nosso entregador sofreu um acidente de moto na sexta-feira à noite e até agora, terça-feira (13h20), não saiu a vaga zero para realizar a cirurgia. Fraturou o fêmur e até agora nada. Não sei o que está acontecendo, mas assim não pode ficar. Pergunta para um, não responde; pergunta pra outra, nada. Precisamos de resposta', desabafou um comerciante.
Em contato com a direção do Hospital São Mateus, a informação passada ao CaarapoNews é de que o caso não é considerado de urgência extrema por não se tratar de fratura exposta, o que tem dificultado a liberação imediata de vaga em hospital de referência.
“Estamos acompanhando com o nosso ortopedista desde o sábado (7) e tentando a vaga desde então. O caso está sendo monitorado”, informou a direção da unidade hospitalar. Segundo as últimas atualizações, o Hospital da Vida, em Dourados, comunicou que no momento não há leitos disponíveis, mas há previsão de liberação para a quarta-feira (10).
Enquanto isso, familiares, amigos e a comunidade local seguem mobilizados, pedindo agilidade no processo e maior atenção ao caso do trabalhador.